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Quem sou eu?

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Olá, eu sou a Liz - O hitzzz é onde divulgo as músicas que me cercam, me transcendem. Cada experiência musical contribui para que esse universo seja assim, especial… sem perder de vista a sua essência, que permanece desde o primeiro post, em fevereiro de 2018: um espaço meu e seu onde através da música, podemos expressar o inexprimível. Bem-Vindo!!!

Blog

Sobre o s depois de http

A v i s o

Oi gente, como estão? Eu Espero que ótimos…

Apareci para falar dos links com e sem S depois de http (que nos obriga a tirar o s para colar na sala uol)

Então,

Para quem gosta de viajar na playlist sugiro que retire o s lá em cima na página de endereço do navegador e atualiza…assim todas as músicas da página ficarão sem s, veja onde:

Masssss, para quem gosta de usar a pesquisa do site…

Vocês já devem ter reparado que muitos links já vem sem o s e basta colar na sala….logo todos estarão assim…Amém.

Então é isso, um beijo e até mais. 

Do Átomo à Galáxia

“O NITROGÊNIO em nosso DNA.  O CÁLCIO em nossos dentes.  O FERRO em nosso sangue.  O CARBONO em nossas tortas de maçã.  Foram criados no interior de estrelas em colapso. Nós somos poeira das estrelas.”
— Carl Sagan
 
Você já deve ter ouvido que nós somos todos ‘’poeira estelar’’, essa afirmação se deve ao fato de que todos os átomos mais pesados (do hélio para cima na tabela periódica) são criados nas estrelas e, …quando morremos, voltamos ao que éramos, voltamos a ser parte do mundo, da terra, viramos vários sistemas ecológicos que alimentam colônias de insetos e outros animais, ao menos se formos enterrados.
 
A questão do que ocorre com nossa essência, que quero dizer, não é científica… Permanecemos relevantes enquanto as pessoas se lembram da gente, nossa vida é a memória que elas têm. Deixar um legado, fazer diferença no mundo enquanto vivos, isso é o que é importante e que dá sentido à vida que temos.
 
Então, o sentido da vida é buscar por sentido na vida. É viver com intensidade, celebrando a simples beleza do inesperado, das coisas que acontecem por acaso e que definem nossa existência. O encontro inusitado, a notícia que surpreende, a chance que surge.
 
Contudo, assim como os sentidos são únicos, eles também são mutáveis. O que pode nos levar a descobrir algum propósito também em situações desfavoráveis, quando enfrentamos um destino que não pode ser mudado.
 
No livro O Homem em Busca de um Sentido, Viktor Frankl –  neuropsiquiatra austríaco, fundador da terceira escola vienense de psicoterapia, a Logoterapia e Análise Existencial –    aborda a questão do sentido da vida. Ex-prisioneiro do campo de concentração de Auschwitz ele faz um relato da sua experiência e as situações muito difíceis vivenciadas naquele ambiente de dor, sofrimento e privações. E reflete:
 

O que é, então, um ser humano? É o ser que sempre decide o que ele é. É o ser que inventou as câmaras de gás; mas é também aquele ser que entrou nas câmaras de gás, ereto, com uma oração nos lábios.

 
Nesse contexto o autor adverte que quando a circunstância é boa, devemos desfrutá-la; quando não é favorável devemos transformá-la e quando não pode ser transformada, devemos transformar a nós mesmos.   E, conclui: “Tudo pode ser tirado de uma pessoa, salvo uma coisa: a liberdade de escolher sua atitude em qualquer circunstância da vida.”
 
Ressalto, por fim,  como ponto de reflexão, que  a nossa existência não pode ser pautada somente no que temos a esperar da vida, mas também, no que a vida espera de nós.
Bibliografia
FRANKL, Viktor E. in “Em Busca de Sentido”
GLEISER, Marcelo in  “A Harmonia do Mundo”

O Mínimo para Viver

Netflix  

A autoimagem é um campo minado.  Em tempos de rede social, há uma linha tênue entre uma vida saudável disfarçada de obsessão pelos padrões impostos e aqueles que buscam hábitos saudáveis de fato, enquanto permanecem body positive (e aí isso pode ser magro ou gordo, vai de cada um).  

Nessa coluna  trago como sugestão  o  filme ‘To the Bone’, 2017, do diretor Marti Noxon, que  trata a  anorexia do ponto de vista da pessoa anoréxica, com a  indiferença afetiva que a caracteriza. O filme é protagonizado pela brilhante atriz, escritora e produtora britânica Lily Jane Collins.  

Pois bem, aqui me ocupo de uma cena impactante que aparece quase no final do filme que é quando a mãe de Ellen, já sem esperanças diante do quadro desistente da filha, conta que teve uma premonição antes dela nascer: ela era um bebê e a mãe não a segurava, não havia ligação entre elas…então a mãe diz ter sido orientada por uma terapeuta de que seria benéfico para as duas um resgate desse vínculo… sugere que a filha deixasse ser alimentada e ninada em seus braços naquele momento…

A cena me emocionou porquê mostra a importância de se dissolver os padrões comportamentais que, de alguma maneira, impedem o nosso desenvolvimento. Os problemas e dificuldades podem ser resultado de traumas sofridos.

Ao assistir a cena, não pude deixar de fazer um link com a Constelação Familiar, tema que tenho me dedicado nos últimos anos.

A Constelação Familiar Sistêmica é uma prática transpessoal de cura das relações, desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger. Em síntese ele descobriu as 3 Ordens do Amor, leis naturais que atuam nas relações humanas. São elas: a hierarquia, estabelecida pela ordem de chegada ou nascimento; pertencimento, estabelecido pelo vínculo a um núcleo ou família; e o equilíbrio entre o dar e tomar nas relações. De acordo com a constelação familiar, é imprescindível que as dinâmicas familiares sigam essas leis universais chamadas por Bert Hellinger de as Ordens do amor.

Voltando ao tema do filme, Lacan (1998),  afirmava que na anorexia existe uma confusão entre necessidade e demanda por parte da mãe. A necessidade visa à satisfação da criança pelos cuidados vitais; a demanda, por sua vez, é uma convocação ao outro, um apelo. A demanda é uma procura pela presença ou ausência da mãe, uma demanda de amor.

Por meio da inanição a criança busca a mãe para eliminar esse desprazer, todavia, além da satisfação nutricional, a criança procura o Outro materno como alguém que seja capaz de lhe oferecer amor e lhe dar algo além da satisfação da necessidade. Por sua vez, a mãe interpreta incorretamente a solicitação de amor… (Lacan, 1958/1998).

Assistindo ao filme, percebemos que Ellen tem sérias questões internas a serem tratadas – a maioria relacionadas ao seu núcleo familiar.

A obra tem um caráter educativo muito importante, no sentido de que disseca a doença e todos os truques que aqueles que a portam utilizam para enganar a si mesmos – e, por tabela, as pessoas que amam. A transformação física de Lily Collins é bastante contundente e a atriz se doou de corpo e alma a este papel. 

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Se você ou alguém próximo, está enfrentando esse problema e ainda não encontrou uma saída para vencer, procure a ajuda de um especialista.